domingo, 16 de março de 2008



Ontem fiz até um samba dos meus sonhos, foi como conceder-me a última dança, o fim de um reinado, e nem foi tanta tragédia assim, apenas algumas doses sem gelo. Estado solúvel se não fosse o tempo.
Como uma grande tempestade sem água, a realidade partiu-me como um raio, a consciência completou os trabalhos. E eu que por algumas linhas haveria escapado, passei no branco de mais um dia.

-Sem palavras-

Apenas com o velho silêncio, costurando retalhos...

5 comentários:

Lucas disse...

Eu me perco nas tuas poesias, pq elas tem sentimento e são muito sinceras, e eu adoro isso, e já te disse isso e continuarei te dizendo sempre, adoro as tuas variâncias e inconstâncias mas com 'verdades'. És minha escrita metade feminina hehehe acredito eu.

Bjos, toscolino.

Natália disse...

Gostei do teu blog, do conteúdo do que você fala.
O Lucas tinha me falado alguma coisa sobre teus textos.
Bem jóia.

=)

Himmler, Yargo disse...

sempre haverão momentos em q o silêncio se fará necessário....


muito bom, parabens...


=*

Leeh disse...

acho que a dança está só começando.
parabéns! ta lindo!

ahh adorei esta arte..ficou perfeita!!!

Alexandre Spinelli disse...

UAU! lindo este também... tinha-me passado desapercebido por ele...